No 41.º número da “Argumento”, encontramos um exercício de revisão das questões que “subsistem na interrogação contemporânea” da crítica. Um exercício assente na “ativação de processos linguísticos e culturais de escolha e de divisão”.
Um percurso dialógico que junta Bloom a Todorov, Goetschel a Kant, Butler a Foucault.
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