Este ensaio propõe-se dar nota da relação de Cristo, na sua temporalidade cristológica, com o tempo universal da história humana. Neste sentido, o tempo da Igreja intervém com uma função mediadora, porque o tempo da Igreja universaliza, sob a influência do Espírito Santo, a existência temporal e, portanto, é protótipo de Cristo. «Em Jesus Cristo, o Logos já não é o reino das ideias, dos valores e das leis que regem a história e lhe dão um sentido, é Ele próprio história».«O cristão que renuncia ao mundo estende a mão àquele que age no mundo; porque, orante ou activo, é enviado com Cristo ao mundo e está a caminho. É o que o distingue radicalmente do místico e do monge das religiões asiáticas arredadas da história».
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