Índice
PREFÁCIO
INTRODUÇÃO
1. À descoberta
2. Do Freixo a Guimarães com Lisboa no horizonte
2.1 Um freixenista sem fronteiras
2.2 Entreajuda familiar na opção por Guimarães
2.3 Iniciação nos movimentos católicos
3. O ISCEF
3.1 Um estudante sempre a correr
3.2 Entre a economia e o corporativismo
3.3 Professor no ISCEF
3.4 Um docente inovador
4. Adesão ao corporativismo
4.1 O grupo do ISCEF
4.2 A colaboração no Gabinete de Estudos Corporativos
4.3 Afirmação da doutrina social católica: da cogestão ao pluralismo sindical
4.4 Um olhar sobre a integração europeia nos anos de 1950
4.5 Entre Perroux e Manoilescu, à procura da organização corporativa
5. O economista
5.1 Ser país em vias de desenvolvimento «não é deprimente»
5.2 Betão versus investimento reprodutivo
5.3 Resistência incompreensível ao Plano Marshall
5.4 Críticas ao II Plano de Fomento e à falta de visão das Finanças
6. A urgente mudança estrutural na agricultura
6.1 Em defesa da reforma agrária: um Governo sem coragem
6.2 Desequilíbrio profundo na primeira década de 1960
6.3 O exemplo dinamarquês e as reformas italiana e jugoslava
7. A livre escolha do doutoramento
7.1 Um estrangeirado independente no ISCEF
7.2 Com a família em Edimburgo
7.3 Uma tese premonitória
7.4 Sector público e crescimento económico
7.5 Objeto e enquadramento da análise
8. EFTA versus ISCEF, uma decisão imposta
8.1 Uma Universidade endogâmica
8.2 A visão esclarecida de Rui Teixeira Guerra
9. «Structure and Growth of the Portuguese Economy»
9.1 Um estudo pioneiro e inteiro
9.2 Vida discreta de um estudo obrigatório
9.3 As contas da guerra
10. Senador no BPA
10.1 «Um liberal com preocupações sociais»
10.2 Industrialização e desenvolvimento do Alentejo
10.3 III Plano de Fomento: elogio à nova metodologia e muitos avisos
10.4 Salários e produtividade, o primeiro estudo comparado
11. Na Primavera Marcelista
11.1 Apoio à mudança
11.2 Xavier Pintado entre os «tecnocratas»
11.3 Concorrência e internacionalização como prioridades
11.4 Nova política para a exportação
11.5 Um balanço visto por dentro
12. As três partidas de Xavier Pintado
12.1 Uma «Casa das Memórias»
12.2 Regresso ao BPA
12.3 Ainda a esperança na SEDES
13. Economista liberal em defesa do personalismo
13.1 Na fundação e no primeiro programa do CDS
13.2 O regresso da cogestão
13.3 Em missão solidária
13.4 Um bigode no Verão Quente
14. Economista de prestígio internacional
14.1 Opção por uma carreira fora de Portugal
14.2 A tranquilidade suíça
14.3 Ainda a batalha contra o protecionismo
14.4 Entre a EFTA e Lisboa
14.5 «Fomos todos beneficiários da competência de Xavier Pintado»
14.6 Um convite irrecusável
15. Um visionário discreto na Universidade Católica
15.1 «Uma ageração extraordinária»
15.2 A escola de Gestão pensada em 1965 e confirmada em 1972
15.3 Em missão permanente de 1965 a 1975
15.4 Nasce a primeira escola de Gestão portuguesa
16. O legado: um ensino inovador e humanista
16.1 Antecedentes com um longo percurso
16.2 Uma faculdade à procura da modernidade e do rigor
16.3 O edifício
16.4 Um diretor presente e multifacetado
16.5 Vice-Reitor em missão
17. Um Homem de Fé
Bibliografia
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