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Redes sociais e… Porque nos preocupamos?

Uma pesquisa rápida por "redes sociais e saúde mental”, "redes sociais e democracia” ou ainda por “redes sociais e comportamento" mostra-nos a atualidade e a complexidade destes temas. 

O fenómeno das comunidades online começou muito antes do aparecimento do Facebook em 2004 e do YouTube em 2005 que, no ano seguinte ao da sua criação, contava já com 100 milhões de visualizações diárias e 65 mil vídeos na sua biblioteca, mas o seu impacto tornou-se particularmente visível durante a pandemia por COVID-19.

Em Portugal, o Instagram, nascido em 2010, e o TikTok, em 2016, são atualmente as redes preferidas dos jovens e, claro, são também as eleitas para seguir figuras públicas, adotar hábitos de consumo e formar conceitos sociais.

O seu sucesso é crescente assim como a preocupação e os debates sobre o seu impacto na saúde, nos comportamentos e na defesa da democracia e dos direitos humanos.

Nestas ondas digitais têm navegado três docentes da Faculdade de Ciências Humanas da UCP
Patrícia Dias e Margarida Gaspar de Matos integram o projeto do jornal Expresso e da Fundação Francisco Manuel dos Santos sobre os impactos e desafios das dependências digitais: “Desconectados”: uma coleção para pensar o impacto do digital na nossa vida.
Construção dos laços afetivos na primeira infância
Estes mesmos pais, que utilizam tecnologias digitais para manter uma vigilância constante quando estão fisicamente afastados dos filhos - solicitando frequentemente fotos e vídeos quando as crianças estão na creche ou monitorizando a sua localização através de aplicações -, tendem a distrair-se com os ecrãs quando estão presencialmente com os filhos.
in “desconectados, 1” Ensaio de Patrícia Dias
Quando crescer quero ser influencer!
Esta figura, por diversos motivos mais ou menos compreensiveis, publica fotos, textos ou pequenos vídeos, e consegue um número de seguidores ou de likes tão elevado que acede ao estatuto de influencer, com o qual vem a visibilidade, o poder e até a capacidade económica. Os influencers têm um grande impacto na vida dos adolescentes, originando correntes de opinião e de comportamentos, e definindo tendências.
in “desconectados, 2” Ensaio de Margarida Gaspar de Matos
Rita Figueiras editou pela UCP Editora a sua lição “Dinâmicas de informação e politização dos jovens” que reflete sobre a ligação cada vez mais superficial e menos significativa que o jovens têm perante questões públicas.
Sob a forma de vídeos ou de posts, os seus discursos são agressivos, dramatizados e repletos de emoções fortes, enquanto reclamam direitos ilimitados de ofender ao abrigo da liberdade de expressão. Caracteriza-os, igualmente, uma forma muito particular de conjugar agressividade e comicidade - e, se há algo que as gerações mais novas apreciam, é a capacidade que estas personalidades têm de entreter.
Leia ainda "Banalizámos a nossa vida privada e a culpa é dos influencers e dos reality shows, uma entrevista de Rita Figueiras à Radio Renascença.
 
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