A ourivesaria sacra constitui um legado valioso de reconhecida importância cultural e cultual no contexto do património religioso português. A Igreja Católica é a sua detentora privilegiada, embora também se devam salientar outras colecções com menor impacto no que respeita à quantidade de peças, mas com uma qualidade material e técnica que justifica menção (Igreja Copta e outras).
Tanto as colecções que se encontram já musealizadas como as que ainda se encontram em funções nas Dioceses e paróquias colocam problemas específicos de manuseamento, acondicionamento e segurança.
A sua conservação quer ao nível do culto quer em museus é uma tarefa de enorme relevância, pelo que importa sensibilizar todos os intervenientes no culto e responsáveis pela manutenção de espaços. A preservação destas peças só é possível com práticas correctamente adequadas a cada caso concreto, e das quais fazem parte o manuseamento, acondicionamento, manutenção e segurança. Daí a relevância da edição deste manual de boas práticas.
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