Índice
Introdução
Verdadeira ou falsa gnose?
Gnose e gnosticismo
As fontes
1. Fontes indiretas (textos antignósticos) Apologistas do século ii: Justino de Roma (+ 165) e Atenágoras de Atenas (175-180)
Ireneu de Lião (c. 135-202)
Obra antignóstica de Ireneu
Tertuliano de África e primeiro autor cristão latino (155‑211)
Clemente de Alexandria (c. 150‑215)
Orígenes de Alexandria e Cesareia (c. 185-253)
Hipólito (+ 235)
Epifânio, bispo de Salamina (315‑403)
2. Fontes diretas
Inventário dos textos de Nag Hammadi
Classificação possível
Edições dos textos gnósticos
Génese do gnosticismo
Gnosticismo e Cristianismo
Gnosticismo e Judaísmo
Gnosticismo e sabedoria antiga
Unde malum? O pecado de existir
O Mundo como problema: Cidadão de que mundo?
A resposta gnóstica
Crise da paideia natural
«Como cogumelos». Mestres e escolas
Simão Mago e os Simonianos
Cerinto e os Cerintianos
Nicolau e Nicolaítas.
Menandro (70‑100)
Saturnil ou Saturnino (entre 100‑130) e os Saturnianos
Carpócrates (primeira metade do século ii) e os Carpocracianos
Ofitas e Setianos
Basílides (120‑161) e os Basilidianos
Valentim (100‑140) e os Valentinianos
Escolas valentinianas
Marcião (85‑160), um gnóstico singular
Vida
O evangelho de Marcião
As Antíteses
O cristianismo puro contra o sincretismo judaizante
O Deus criador é mau: «Ego sum qui condo mala»
Condição do homem
O Deus redentor, estrangeiro e superior
Pessimismo antropológico e docetismo de Marcião
Marcião e o gnosticismo
O conhecimento que salva. Fenomenologia da gnose
O que é o gnosticismo?
Gnose e gnosticismo
Porquê «gnose falseada»?
A gnose sob suspeita (gnosticismo)
O problema do mal e dualismo gnóstico
De onde viemos? O mito da origem
Theos agnôstos: o «Deus separado» e desconhecido
O Pléroma e as emanações: cosmogonia e cosmologia
O Demiurgo e seus Arcontes
Espírito e Matéria
O pesadelo de existir
O Salvador e a salvação/redenção
Jesus Cristo gnóstico
Antropologia gnóstica
O Eu preexistente
Revelação e salvação
Para onde vamos? História e destino do homem
A peregrinação da alma
O Hino da Pérola
Chave de interpretação
A comunidade gnóstica
Comunidade gnóstica e Igreja
As Escrituras e a revelação gnóstica
O culto: ritos e mistérios gnósticos
Batismo e Unção
Câmara nupcial
Oração gnóstica
Para além do bem e do mal: ética gnóstica ou uma moral de protesto
O gnóstico e a sociedade
A mulher no gnosticismo
Maniqueísmo, a religião anticósmica
Manes: vida e carisma de um fundador
Escritos
A gnose de Mani
Mito Maniqueu: dois «princípios» em «três tempos»
O «Salvador-salvo»
Código moral
A igreja (comunidade) maniqueia
Posteridade do maniqueísmo
Santo Agostinho antimaniqueu
A revolução da alma
Do crepúsculo do gnosticismo antigo à gnose moderna
De Prisciliano a Joaquim de Fiore
De Jacob Böhme a Carl Gustav Jung
A gnose secularizada
O neognosticismo dentro da Igreja atual
Uma Nova Era ou o regresso ao velho sincretismo gnóstico
Gnose tão nova e tão antiga
A gnose eterna
Presença do gnosticismo antigo na neognose contemporânea
Clima espiritual
Sozinhos (s)em casa: contexto existencial
Como livrar-nos do mal?
Conhecer é poder
A peregrinação da alma
Cosmopolitismo e individualismo
Dualismo, ou melhor, monismo
All is One, prioridade do Todo sobre as partes
Do mito andrógino à ideologia do género
Feminismo gnóstico
Reconfiguração do religioso ou redescoberta da religiosidade neopagã
Relativismo antidogmático e antirracionalista
Sincretismo acrítico
O poder dos astros
Anjos e demónios
Ex oriente lux
Em demanda do segredo oculto
O fim da História
O mito e o fantástico em vez do real
Não haverá quem nos venha salvar
Panteísmo «ecuménico» ou instrumentalização do cristianismo
Antropocentrismo e relativismo
Psicologização da religião
O mundo como problema ou o pior dos mundos
O corpo como obstáculo
Gnose e «conspiração» global
Quando o Filho do Homem vier, encontrará fé sobre a terra?
A «verdadeira gnose»
Resposta dos Padres da Igreja
O «conhecimento perfeito»: dos Apóstolos aos Apologistas do século II
A «verdadeira gnose»: Ireneu (c. 130-202)
Deus Criador e bondade da sua obra
A salvação na história
Um Deus antideuses: o Verbo feito carne e crucificado
O princípio da Tradição/sucessão apostólica
Uma antropologia unitária
«A glória de Deus é o homem vivo»
Tempo e progresso espiritual
A fé que supera a gnose: Tertuliano (c. 160-c. 220)
A fé e a gnose na «Escola de Alexandria»
A gnose como perfeição da fé: Clemente de Alexandria (c. 150-215)
Os Princípios da gnose cristã: Orígenes (c. 185-253)
A criação ex nihilo
Os Padres Capadócios
A gnose monástica: Evágrio Pôntico (c. 345-399)
Beleza e bondade das realidades criadas
Criação e liberdade
O homem não é deus, mas será como Deus
«Sereis como Deus» (Gn 3,5)
Imago et similitudo Dei
Divinização e progresso humano-espiritual
Conclusão
Siglas e abreviaturas
Bibliografia
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