Prefácio por Jacques Levy Wehel
1. Introdução
1.1. Pandemia e situação nos tribunais; crise na advocacia
1.2. A urgência de novas soluções digitais
2. A inteligência artificial em juízo: o estado da arte
2.1. Machine learning ao serviço da justiça
2.2. A justiça preditiva: os mitos e a prova
2.3. Caso Loomis v. Wisconsin: a IA nos tribunais e a escatologia do algoritmo
3. A simbiose entre IA e blockchain
3.1. Blockchain e a prova em juízo
3.2. Smart contracts e a sua análise judicial
4. Advogados-robôs e a «appvocacia»
5. Juízes-robôs – experiências emergentes nos tribunais
5.1. Softwares de IA desenvolvidos por várias empresas para auxílio dos tribunais
5.2. A implementação de uma justiça digital
6. O caso-farol: a Estónia
7. Críticas: o algoritmo transgressor
A transparência das decisões judiciais automatizadas
8. Tribunais virtuais: a experiência chinesa
8.1. China: de protótipo a modelo
8.2. Casos de relevo, em particular, o Tik Tok e a realidade virtual
9. Lugares Paralelos
A supressão do ato público de concurso; as assembleias gerais virtuais e o primeiro parlamento virtual português
10. Uma arbitragem internacional tecnológica
10.1. Novas tecnologias na arbitragem internacional
10.2. A inteligência artificial, em particular
11. Conclusões e coordenadas futuras
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