Lista de fontes primárias
1. Fontes primárias portuguesas
2. Fontes primárias comunitárias
3. Fontes primárias estrangeiras
1. Introdução
2. Aproximação a um conceito de crowdfunding
2.1. A inovação do legislador português
2.2. Introdução aos elementos essenciais e eventuais da definição de crowdfunding
2.2.1. Os elementos essenciais da definição de crowdfunding
2.2.2. Os elementos eventuais da definição de crowdfunding
2.3. Breve crítica à definição de crowdfunding constante do Regime Jurídico do Financiamento Colaborativo português
2.4. O crowdfunding enquanto realidade multifacetada
3. As diferentes modalidades de crowdfunding
3.1. O crowdfunding através de donativo
3.2. O crowdfunding com recompensa
3.3. O crowdfunding por empréstimo
3.4. O crowdfunding de capital
3.5. O desafio regulatório do crowdfunding de capital
4. Crowdfunding de capital: importância e riscos
4.1. As características mais salientes do crowdfunding de capital
4.2. Os riscos inerentes ao crowdfunding de capital
4.2.1. A fase da campanha de angariação de fundos
4.2.2. A fase da governação da sociedade financiada
4.3. A importância do crowdfunding de capital
4.3.1. A importância do crowdfunding de capital para os investidores
4.3.2. A importância do crowdfunding de capital para os empreendedores
5. O enquadramento legal aplicável ao crowdfunding de capital em Portugal
5.1. Introdução
5.2. Os valores em tensão na regulação do crowdfunding
5.3. O enquadramento comunitário
5.3.1. O atual enquadramento comunitário do crowdfunding de capital
5.3.2. Breve nota sobre a proposta de Regulamento Europeu sobre os prestadores de serviços de crowdfunding
5.4. A solução portuguesa
5.4.1. O Código dos Valores Mobiliários
5.4.2. O Regime Jurídico do Financiamento Colaborativo e o Regulamento da CMVM relativo ao Financiamento Colaborativo de Capital ou por Empréstimo
5.4.2.1. Escopo de aplicação
5.4.2.2. Medidas de proteção dos investidores
5.5. Caminhos alternativos para a regulação do crowdfunding de capital
6. Conclusão
Bibliografia
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