Índice
Prefácio de António Pedro Barbas Homem
Introdução
Definições Conceptuais do Estado da Arte
Apresentação do Estado da Arte
Parte 1
A Teoria da Guerra Justa como Doutrina
Uma Conceção Filosófico-Política na História das Relações Internacionais
A Tradição da Guerra Justa
Os Grandes Pensadores da Tradição da Guerra Justa até ao Renascimento Português
Tucídides e a História da Guerra do Peloponeso
Cícero e o Tratado da República
Santo Agostinho de Hipona e a Cidade de Deus
Vegécio e a Arte da Guerra ou Epítome da Arte Militar
São Tomás de Aquino e a Suma Teológica
Maquiavel e Da Arte da Guerra
Hugo Grócio e Da Lei da Guerra e da Paz
A Escola Ibérica da Paz
A origem do poder civil dos indígenas
A falsa questão da rudeza dos povos
Crimes contra o género humano
Crimes de guerra perpetrados por militares sob ordens superiores
Direito de comerciar e de viajar
A crítica à teocracia
Os efeitos e contra efeitos da Escola Ibérica da Paz no pensamento estratégico da época
Parte 2
A Organização Social e Política a Sul do Continente Africano no Século XVI
A Chegada dos Portugueses a Moçambique no Caminho para a Índia e a Conquista de Ormuz
A Guerra Justa d’El Rey Dom Sebastião de Portugal aos Imperadores do Monomotapa
Portugal e a Estratégia de Tenaz contra o Império Otomano
O Império Reino do Monomotapa
Parte 3
O Enquadramento Político, Social e Económico do Renascimento Português
Thomas More e o Pensamento Português Renascentista
Uma Nova Economia para um Mundo que se Globaliza
A Sociedade Cavaleiresca em Portugal nos Séculos XV e XVI como Motor da Expansão Marítima
A Governação do Império de Dom Sebastião até ao Oriente
Parte 4
Crise e Conflito
O Suplício do Padre Gonçalo da Silveira, S. J.
A Determinação dos Letrados de 23 de janeiro de 1569
Conclusões
Anexos
Bibliografia e fontes
Posfácio de Leonor Durão Barroso
Reflexão de Queiroz Velloso
Deixe um comentário