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O MACAENSE - Identidade, Cultura e Quotidiano

      

Autores: Vários
Coordenação: Roberto Carneiro | Jorge Rangel | Fernando Chau |
                     
José Miguel Simões
Coleção: Estudos e Documentos - Nº25
Ano: 2019
Págs.: 288
ISBN: 9789725406564
Preço: 22€ | encomendasNovidade 
 

   

 


Em Macau (aomen) – República Popular da China, o cruzamento de povos e culturas configura um verdadeiro melting pot ao longo de cinco séculos de globalização, resultando num caleidoscópio de religiões, etnias, línguas e grupos sociais, em que ressaltam atributos únicos de tertium genus tais como: o patuá, a culinária, a arte e a música, a religião e as festividades.

Estes frutos do encontro, e da mistura de modos específicos de expressão e de comunicação, vão construindo, assim, um espaço novo, uma nova referência, uma identidade, à primeira vista sincrética, mas acabando por se afirmar – e compreender – como marcante e original: uma miscigenação, altamente improvável do ponto de vista das probabilidades de hibridação cultural.

Qual o futuro destas especificidades da comunidade macaense perante os desafios vindouros, no contexto de uma acelerada dinâmica económica, cultural e política da região do Delta do Rio das Pérolas? Terá a identidade macaense, e o território de Macau, um inovador, histórico, papel a desempenhar no quadro das novas estratégias chinesas (i) de globalização, Iniciativa Faixa e Rota (Belt and Road Initiative), e (ii) do megaprojeto de desenvolvimento, Grande Baía GuangDong-HongKong-Macau? Manterá a comunidade macaense laços específicos de solidariedade e funcionará como uma diáspora ativa, com consciência do seu património identitário, sem a necessária referenciação a um território?

Num mundo em constante e rápida mutação, a identidade, a cultura e os valores constituem referenciais muito importantes no dia-a-dia das populações. Da mesma forma, a diversidade (i.e., identidade) constitui uma mais-valia num mundo cada vez mais globalizado, “conectado” e incerto. A Região Administrativa Especial de Macau (RAEM) tem um enorme potencial na afirmação de uma condição consuetudinária de miscigenação, decantada e consolidada ao longo de séculos, e uma grande oportunidade de servir de ponte, com um óbvio valor acrescentado de utilidade, entre povos, culturas e mercados que se ignoraram ao longo dos anos.



Índice

 

 

 

Roberto Carneiro é Presidente Emérito do Centro de Estudos dos Povos e Culturas de Expressão Portuguesa da Universidade Católica Portuguesa.
Preside, actualmente, ao Conselho de Administração da Fundação Escola Portuguesa de Macau.
Tem mais de 400 artigos, livros e publicações sobre Educação, Gestão Pública, Gestão do Conhecimento, História, Prospectiva, Desenvolvimento dos Media, Sociedade da Informação e temáticas contemporâneas. Foi director da Revista Colóquio/Educação e Sociedade da Fundação Calouste Gulbenkian, Presidente do Conselho Editorial da Revista Nov@Formação, é membro do Conselho Científico do World Education Market. Preside actualmente ao Conselho Editorial do European Journal of Education e é membro do Conselho de Administração da Rede Europeia de Inovação e de Investigação MENON. É coordenador de Enciclopédias Didácticas para pais e para alunos e de manuais escolares no domínio das TIC. Desenvolve uma intensa actividade como formador certificado de professores dos ensinos básico e secundário.
É Doutor Honoris Causa em Educação pela Universidade Aberta e Pela Universidade Católica Portuguesa.

Jorge Alberto Hagedorn Rangel, é Presidente do Instituto Internacional de Macau, foi membro do Governo de Macau durante 13 anos, além de deputado à Assembleia Legislativa, onde presidiu às comissões permaentes para oa Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias e do Regimento e Mandatos.
Presidiu à Fundação Macau, à comissão instaladora do Instituto Politécnico de Macau, à comissão permanente do Conselho da Universidade da Ásia Oriental  e aos Conselhos de Educação da Juventude, do Turismo e do Desporto de Macau.
Dirigiu diversos organismos públicos, integrou o conselho de redacção da Lei Básica da Região Especial de Macau e tem desenvolvido ampla actividade académica, cultural, associativa e junto de organizações internacionais. Natural de Macau, a sua família, oriunda de Portugal, reside no território há dez gerações.

Fernando Chau, Economista, é membro da Direção do CEPCEP e investigador, entre outras, nas áreas do mercado de trabalho, educação e competências. Colaborou em estudos do impacto do envelhecimento bem como da industrialização da economia portuguesa.

José Manuel Simões é pós doutorado em Ciências da Comunicação na Universidade Católica Portuguesa, Doutor em “Global Studies” na Universidade de São José (USJ), Macau-China; Mestre em Comunicação e Jornalismo na Universidade de Coimbra e Licenciado na Escola Superior de Jornalismo do Porto, onde lecionou durante 7 anos.
Publicou artigos académicos e jornalísticos em Portugal, Brasil, China, Estados Unidos, Tailândia, Japão e Inglaterra; escreveu as biografias em português de Cesária Évora, David Byrne, Delfins e Júlio Iglésias; os livros “HC 98”, “Índios Potiguara – Memória, Asilo e Poder”, trabalho que resulta da sua tese de doutoramento que, metodologicamente, é uma típica investigação transdisciplinar em que as metódicas da História Cultural, da Antropologia e da Teoria da Comunicação se combinam num tríplice itinerário transdisciplinar raro; “Ponto de Luz”, um livro que abre novos caminhos para a literatura de viagens e que passa por todas as capitais de estado do Brasil e dá conhecer lugares por onde o mundo ainda não passou; “Deus Tupã” onde a história da colonização do Brasil é recontada sob a visão do povo indígena. Em 2017 publicou “Jornalismo Multicultural em Português – Estudo de Caso em Macau”, livro com que concluiu o seu pós-doutoramento. Ao recordar que a comunicação apenas se atinge quando existe um encontro entre o emissor e o recetor, esta obra reflete uma dimensão muitas vezes esquecida dos media: a sua capacidade de contribuir para uma sociedade mais participada, mais esclarecida e mais inclusiva. Mais recentemente publicou o aclamado romance “Sétimo Sentido”. 
José Manuel Simões foi jornalista do Jornal de Notícias durante 13 anos, cronista do Correio da Manhã e editor do diário Hoje Macau; ator e tradutor e intérprete no Brasil; auditor na Suíça. Nos últimos anos proferiu palestras no Brasil, China, Japão, Moçambique, Portugal, Rússia, São Tomé e Príncipe, Suíça, Tailândia, Taiwan, Timor Leste, constando no seu CV supervisões e presidências de júris de teses, moderação de conferências, direção e produção de vídeos e documentários, intervenções poéticas e performáticas em espetáculos ao vivo.
Desde 2008 que dirige o departamento de “Communication & Media” na Saint Joseph University em Macau.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Tema: Cultura
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Ano: 2019
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