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TEOLOGIA COMO RESISTÊNCIA
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Autor: António Marujo
Fotografia: António Pedro Ferreira
Tema: Teologia
Coleção: Varia
Ano: 2019
Págs.: 124
ISBN: 9789725406687
Preço: 15.50€ encomendas
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Pode a Teologia deixar marcas em carne viva – um dedo atingido por uma máquina, uma doença tropical, a morte de um pai? E pode ela ajudar a exercer um mandato autárquico, gerir fluxos financeiros, jogar melhor futebol, colocar questões à nossa humanidade? Ou, no fundo, ela não serve para nada?
A propósito dos 50 anos da Faculdade de Teologia da Universidade Católica, dois jornalistas fotografaram e falaram com quatro dezenas de antigos e atuais alunos e professores da faculdade, que, com uma liberdade que chega à autocrítica, falam do percurso individual e das encruzilhadas em que a Teologia se encontra: ela só se pode assumir como fator de resistência.
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António Marujo - Jornalista do 7Margens, profissional desde 1985, licenciado em Comunicação Social. Trabalhou no Público entre 1989 e 2013, acompanhando sobretudo a informação religiosa. Antes, trabalhou no Expresso, revista Cáritas, Diário de Lisboa e colaborou nos programas Toda a gente é pessoa (Antena 1) e Setenta Vezes Sete (RTP).
Venceu duas edições do prémio europeu de jornalismo religioso na imprensa não-confessional, colaborou em diversas publicações e é coorganizador de cinco antologias de textos de frei Bento Domingues. Colaborou em várias obras colectivas e publicou duas dezenas de livros, entre os quais: A Lista do Padre Carreira, A Senhora de Maio – Todas as Perguntas sobre Fátima e Papa Francisco – A Revolução Imparável.
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António Pedro Ferreira - Licenciou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina de Lisboa em 1982. Iniciou-se na fotografia aos dez de idade, altura em que compra uma Canonet. Publica a sua primeira foto na imprensa no “Diário Popular” em 1974. A partir de 1976, fotografa para o “Música & Som”, “TV-Guia”, “O País”, “Expresso”, “Tal & Qual”, e é correspondente das agências francesas “Rush” e “Collectif”. Em 1982, ano da sua licenciatura, concorre a uma bolsa de fotografia do Ministério da Cultura para realizar um ensaio sobre a vida dos portugueses em França, onde vive até 1984. Este trabalho é supervisionado pelos fotógrafos da agência Magnum e por Jean-Claude Lemagny, conservador da Biblioteca Nacional de Paris. Em 1985, regressa em Portugal e faz o estágio de Medicina nos Hospitais Civis de Lisboa. É nesse ano que começa a colaborar regularmente no “Expresso”, entrando no seu quadro redatorial em 1989.
É enviado especial à Etiópia, Paquistão, Tailândia (campos de refugiados da O.N.U.), às eleições no Peru e em Moçambique, à guerra em Angola, ao Brasil, à Tanzânia e ao Burundi.
Publicou fotografias na “Time”, “Libération”, “Focus”.
Grande Prémio Gazeta 1996. |
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