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AOS JOVENS, SOBRE COMO TIRAR PROVEITO DA LITERATURA
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Autor: São Basílio de Cesareia
Introdução, estudo e tradução: Miguel Cabedo e Vasconcelos
Tema: Teologia
Coleção: Investigação
Ano: 2018
Págs.: 120
ISBN: 9789725406007
Preço: 9.90€ encomendas |
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O grande São Basílio de Cesareia mostra bem que quanto mais nos aproximamos das origens do cristianismo melhor percebemos o que pode ser o seu futuro. Por isso, este livro, que Miguel Cabedo e Vasconcelos cuidadosamente traduziu, é uma preciosa bússola ao nosso alcance.
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José Tolentino Mendonça
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A teologia habita o território da palavra. Ela é diálogo e tradução. Eis porque, neste seu estudo, Miguel Cabedo e Vasconcelos nos conduz ao âmago do que é teologar: ao diálogo com a atualidade do passado da tradição cristã e à tradução que permite – coisa rara entre nós – escutar Basílio de Cesareia em português; mas também ao decisivo diálogo teológico e cristão com todas as literaturas e culturas e à tradução do humano que nestas também superiormente se diz. Um estudo que é, verdadeiramente, um contributo.
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Alexandre Palma
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Podemos, finalmente, ler em versão e edição portuguesas, o Discurso aos jovens de São Basílio que, sem ser a sua opera magna, é uma das mais importantes da literatura patrística. Tal relevância advém sobretudo do facto de assinalar um momento decisivo no diálogo do Cristianismo com a cultura antiga e no acolhimento definitivo dos «saberes que dizem respeito à humanidade» (studia humanitatis) ou «saberes com que é costume formar os jovens para serem homens» (Cícero, Pro Archia, 4, 5-6), no seio do cristianismo e, por esta via, na posterior tradição humanista. Não admira, pois, que, cada vez que a humanidade atravessou períodos críticos, a obra Ad Adolescentes foi mais lida e estudada. E merece sê-lo, de novo.
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Isidro Pereira Lamelas
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Num tempo em que a cultura helénica chegava ao seu termo, já longe dos tempos áureos de Atenas, Basílio de Cesareia nota que os jovens cristãos de então são chamados, na sua formação escolar, a tomar uma posição ética diante dos clássicos da literatura grega. Apercebendo-se, por outro lado, de que o cristianismo não tem ainda a envergadura cultural necessária para se afirmar num tal contexto, propõe o discurso que esta obra apresenta e estuda, focando-se na questão do discernimento, noção indispensável para tirar proveito da literatura profana. Numa das suas mais geniais intuições, Basílio torna-se, com este discurso, um dos protagonistas da incorporação da cultura helénica no cristianismo, nomeadamente da paideia grega, e da correspondente cristianização do helenismo.
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Miguel Cabedo e Vasconcelos
Nasceu em 1987 e viveu a maior parte da vida no Estoril, onde se integrou desde cedo na Paróquia de Santo António. Em 2005, começou a estudar Engenharia no Instituto Superior Técnico e, em 2010, entrou no Seminário do Patriarcado de Lisboa. Um ano depois, começou o Mestrado Integrado em Teologia e, em setembro de 2017, defendeu a dissertação final de Mestrado, que deu origem a esta obra.
No mesmo ano, foi ordenado padre e é hoje vigário paroquial das paróquias de Algés e da Cruz Quebrada e capelão da Universidade Católica Portuguesa, em Lisboa.
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