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INTRODUÇÃO À FILOSOFIA PATRÍSTICO-MEDIEVAL

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Autora: Maria Manuela Brito Martins
Tema: Teologia
Coleção: Manuais
Ano: 2016
Págs.: 225
ISBN: 9789898835031
Preço: 20€encomendas 

   

O objetivo deste manual é fornecer aos estudantes da Faculdade de Teologia, no curso de História da Filosofia Medieval, um instrumento de trabalho para uso nas aulas lecionadas ao longo do semestre. Consiste, por isso, num instrumento de apoio pedagógico-científico, cuja intenção fundamental obedece aos critérios delineados nos núcleos programáticos da área de Filosofia, no Curso de Teologia. Para isso, o manual expõe de forma cronológica mas também sistemática as linhas fundamentais do longo período da história do pensamento, apontando não só para as diversas etapas que o constituem, como também para as variadas formas de reflexão filosófica e teológica que se foram desenvolvendo no mundo latino e greco-bizantino, sem deixar de referir o mundo judaico e árabe. Na génese do pensamento medieval está a Patrística grega e latina. Partindo e expondo o pensamento dos autores mais significativos deste período (como Clemente e Orígenes de Alexandria, da escola de Alexandria, Gregório de Nissa, figura proeminente dos Padres Capadócios, e Santo Agostinho da Patrística latina), passamos à constituição da Alta Idade Média, abordando duas das mais significativas figuras: no século VI, Boécio, que é o primeiro introdutor de Aristóteles no Ocidente latino; no século IX, João Escoto Eriúgena, figura representativa que reflete a capacidade especulativa do pensamento filosófico num período de renovação cultural. De seguida, concentramo-nos nos alvores da primeira escolástica, expondo o pensamento de Anselmo de Cantuária, que nos servirá posteriormente para compreender o florescimento filosófico e teológico do século XII. A pluralidade enriquecedora das escolas está representada numa das suas figuras mais importantes deste período, Pedro Abelardo. Destaca-se nesta época também a introdução dos textos de Aristóteles no Ocidente latino por via arabizante. O manual apresenta uma pequena síntese sobre os autores que, no mundo árabe, traduziram e sobretudo comentaram os textos, bem como sobre os autores judaicos. Finalmente abordamos o século XIII, período áureo da Escolástica, expondo o pensamento do franciscano São Boaventura e do dominicano São Tomás de Aquino, quanto à sua metafísica e teodiceia. Terminamos com Duns Escoto, que de certa forma prepara já o início do declinar da Escolástica.  

 

 

 

MARIA MANUELA BRITO MARTINS é Doutorada em Philosophie et Lettres pela Université Catholique de Louvain-la-Neuve (Bélgica). Atualmente é professora Associada na Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa – Porto. Leciona diferentes cursos, entre os quais: História da Filosofia Antiga, História da Filosofia Medieval, História da Filosofia Contemporânea e Ontologia, para além de vários Seminários. Tem diversas publicações, a nível nacional e internacional, sobre autores antigos e medievais, sobretudo na linha da tradição agostiniana e franciscana. Recentemente, publicou o artigo “La Béatitude et le désir chez Duns Scot: beatitudo est frui summo bono”, na Quaestio 15 (2015) The Pleasure of Knowledge, volume que contém as Atas do Congresso da Sociétè Internationale pour l’Étude de la Philosophie Médiévale (SIEPM). 
Tem-se dedicado, igualmente, ao pensamento filosófico contemporâneo na sua relação com a tradição filosófica grega e medieval e ao pensamento português, com particular incidência na filosofia da história e na relação entre Filosofia e Literatura.

 

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