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INFERNO OU PARAÍSO. O que podemos esperar?

/resources/Imagens/UCEditora/temas-educacao-cultura/proximidade-distancia.jpg Autor: Hans Urs von Balthasar
Tradução: Maria Manuela da Conceição Dias de Carvalho
Tema: Teologia
Coleção: Traduções
Ano: 2012
Págs.184
ISBN: 9789725403334encomendas
Preço: 17.75€



«Deus é o fim último da criatura. Enquanto contemplado é céu, enquanto perdido é inferno, enquanto examinador é juízo, enquanto purificador é purgatório. […]
Que forma e que extensão pode ou não ter a esperança cristã?»
(Hans Urs von Balthasar, Verbum Caro)


«A seriedade com a qual estamos confrontados é a própria seriedade do amor, que ultrapassa toda a justiça. O amor de Deus por cada homem é absoluto, é inefável. Quem é que pode, ‘a bem dizer’ sair justificado perante Ele? Nenhum santo se atreverá a dizer: ‘Eu posso’. Ninguém amou Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todas as suas forças. Cada um, sem excepção, tem de dizer: “Senhor, eu não sou digno”» (Pequeno discurso sobre o inferno) 


«O que é verdadeiramente novo no Novo Testamento é que a justiça da Antiga Aliança se concretiza no reconhecimento em Jesus Cristo da definitiva palavra de Deus: “Quem não é por mim, é contra mim” (Lc 11, 23), “Quem se envergonhar de mim e das minhas palavras, também dele o Filho do homem se envergonhará, quando aparecer (para julgar)” (Mc 8, 38).» (Peq. Disc.  III) 


«O Evangelho de Jesus Cristo é a Revelação do supremo e inultrapassável amor de Deus por nós, que não nos importamos, nem um pouco, com esse amor, que não temos, de modo algum, ideia da sua dimensão, e que ficamos, quando muito contentes, se alguém quer tirar de nós o peso do nosso pecado perante D
eus, para o tomar sobre si próprio. “Cristo morreu por nós, enquanto éramos pecadores, ainda seus inimigos” (Rm 5, 8. 10), isto é, malditos que “voltaram as costas a Deus, e não a face” (Jr 2, 27).» (Peq. Disc.) 


«Mas será o homem capaz de olhar, face a face, o amor eterno e absoluto, de “estar à sua altura”? E não deveria alguém que, seriamente crente, deseja viver para esse amor, aperceber-se existencialmente, em primeiro lugar, da infinita distância dele, da sua própria e miserável frouxidão e indiferença – e, para não sucumbir à ilusão, poder, tal qual é, lançar-se nos braços de Deus e, subitamente, ser capaz de viver “no fogo consumante” do seu amor?» (Peq. Disc.)

Índice e prefácio

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